Transparência

Quanto entra, de onde vem, e para onde vai.

Quem apoia o Altair tem direito de saber o que acontece com o dinheiro — e quem usa o Altair tem direito de saber que ninguém comprou o que ele diz. Toda receita aparece por fonte, todo custo aparece por item, e número que não foi medido não entra nesta página.

Mês a mês

  • Entrou
  • Saiu
  • set. de 2026

    Entrou
    R$ 0,00
    Saiu
    R$ 0,00

O mês de setembro de 2026

Tudo zero é o número medido, não arredondamento — e o pró-labore de R$ 5.000 é meta, não pagamento.

Entrou

Cotas de patrocínio
R$ 0,00
Assinaturas de pessoa física
R$ 0,00
Doações avulsas
R$ 0,00

TotalR$ 0,00

Saiu

Pró-labore (meta, não pagamento)
R$ 0,00
Software e infraestrutura
R$ 0,00
Tributos
R$ 0,00
Taxas de pagamento
R$ 0,00
Modelo de linguagem e WhatsApp
R$ 0,00

TotalR$ 0,00

Este é o primeiro mês publicado. Receita: nenhuma. Nenhuma cota vendida, nenhuma assinatura cobrada, nenhuma doação recebida.

Por que o custo também é zero

A hospedagem está no plano gratuito. O banco roda numa máquina que já estava paga por outro projeto, então não há custo novo aqui. O modelo de linguagem responde em ambiente de teste, por uma chave emprestada, e ainda não gerou fatura para o Altair. Não houve tributo a recolher nem taxa de gateway porque não entrou dinheiro.

O pró-labore

O plano prevê um pró-labore de R$ 5.000 por mês para quem toca o projeto. Ele aparece na linha de custos zerada de propósito: é **meta, não** pagamento. Nada foi retirado. Quando o primeiro real for retirado, ele vai aparecer aqui, no mês em que sair, com o valor exato.

O combinado

Todo mês tem uma página como esta, com receita por fonte e custo por item. Número que não foi medido não entra — nem para arredondar, nem para parecer melhor.

Impacto de setembro de 2026

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Números agregados, contados pelo servidor e publicados todo dia 5. Nenhum dado individual é publicado, vendido ou compartilhado — nem com quem patrocina.